24 de janeiro de 2014

Sabedoria D’hora d’almoço. Há bicos e bicos!

Alguém dizia: “…um bico pequeno não é suficiente para um tacho grande.

Que grande verdade esta…

O bico deve ser proporcional ao tamanho do tacho e caso um bico não chegue, deverão usar vários!

hAYmAN

16 de janeiro de 2014

Ai que nojo, ai que nojo… estou a brincar com um cagalhão com olhos… virtual!

Há uns anos, muitos, apareceram no mercado uns pets virtuais para a criançada, e não só, cuidarem, os Tamagotshi. Não havia quase ninguém que não tivesse um porta-chaves desses, que escrupulosamente alimentavam, davam banho e entretinham com pequenos jogos. Apesar de ser ridículo, vá pronto, até tinham uma certa piada e pelo menos tinham a forma de um animal reconhecível, embora ficcionado.

Mais recentemente, com o advento dos smartphones e tablets, surgiram alguns apps que revivem a emoção de ter um Tamagotshi, mas de um modo mais interactivo e “completo”. Não me surpreende a utilização desta tecnologia para a criação destes pets virtuais, até admito que pode ser um passatempo engraçado (Quisto me livre), o que me espanta é a escolha dos bonequinhos! Têm todos um aspecto que não se parece com nada, mas há um em particular que é absolutamente “sinistro”, o Pou, que parece um verdadeiro cagalhão com olhos.

Este simpático cocó para além de ter esta infeliz cor e forma, também produz umas coisas que ainda não sei classificar, se são filhos ou se cagalhotos com olhos (sim, estou informado, para comentar temos de investigar…). Como se não bastasse o imaginário fedorento criado em torno deste pet, esta app é o n.º 1 do top de downloads da Play Store da Google, o que me leva a inquirir acerca da razão deste fenómeno:

Mas porque raio todos querem brincar com um cagalhão vitual!? Será algum guilty pleasure da humanidade?

Não imagino as pessoas a brincar com poias com bolas de ping-pong pintadas a fazer de olhos e a terem prazer nisso, ou será que secretamente teriam…?

hAYmAN

20 de dezembro de 2013

A prova como a humanidade está condenada… acho eu!


Ora, hoje de manhã tornei-me a deparar com uma situação que me deixou outra vez apreensivo, um apanágio lá de casa, no que toca ao destino da humanidade, ou melhor, no que tem a ver com a nossa qualidade como seres humanos.

Enquanto, à pressa, vestia o “Mr. Me” reparei num cenário que se encontrava montado na cómoda do quarto, um bando de Minions a fazer rodinha em torno do Toad (o cogumelo do Super Mário). Eu cá na minha ingenuidade parental achei que estava montado um cenário de festa (não me enganei muito), mas decidi perguntar ao “Mr. Me” o que aquilo representava… a resposta foi… bem, não sei… verão:

Papá, são os Bidjós (é assim que chama aos safados amarelos) a bater palamas (até aqui tudo bem), porque vão comer o cogumelo e vão começar pela cabeça onde tem aquelas bolinhas brancas. Mas não vão comer os olhinhos, ele depois precisa deles para piscar.” (enquanto dizia isto tentava piscar um olho e fazia umas caretas medonhas).

Ai se não fossem as grilhetas da moralidade e da sociedade, onde estaríamos nós???

Pronto, deixo-vos isto para reflectir neste Natal.

Boas Festas e que Quisto vos acompanhe.

hEYmAN

12 de dezembro de 2013

Paradoxo Tecunológico

O post do irmão Bushman fez pensar até que ponto estamos dispostos a deixar a tecnologia entrar (salvo seja) nos nossos hábitos e necessidades diárias.

Contemplemos o artigo Ultimate Solution ComfortSeat® SCS-5000 (note-se o R de marca registada). Esta fantástica inovação supostamente limpa o cagueiro de todo o cagão após o acto. Digo supostamente porque nunca experimentei nem tenho vontade de o fazer. E é precisamente esta a minha questão: Onde é que traçamos a linha na areia? Porque é que um jacto de água é, aparentemente e para alguns, aceitável em termos de toque rectal? Seria também aceitável uma espécie de cotonete gigante que desse umas raspadelas pós-cagada?

Ahhh, como eu anseio pelo futuro...

Nota: Era sarcasmo, hã?

HeyMan

Paradoxo Tecnológico.

Hoje enquanto mata-bichava (tomava o pequeno almoço) e olhava para a minha máquina de lavar roupa ocorreu-me um pensamento que me deixou perplexo…

Há uns tempos atrás a minha máquina de lavar roupa “velha” (só tinha 5 anos) deu o badagaio, sem possibilidade de arranjo e tive de comprar outra!

É impressionante, as máquinas já não duram como duravam as máquinas antigas, que trabalhavam décadas e percorriam gerações e gerações, eram tão boas que em Pompeia ainda encontraram umas máquinas de lavar roupa ainda operacionais e prontas a lavar a qualquer momento.

… Deparei-me com verdadeiro paradoxo tecnológico, esta máquina nova que tenho é um verdadeiro espanto, dá-nos música clássica quando liga, desliga e, sobretudo, quando finaliza uma lavagem; mas o que é verdadeiramente fascinante é que está ligada através de Wi FI, permitindo que se possa fazer tudo na máquina, excepto pôr roupa e detergente lá dentro, e acompanhar todo progresso da lavagem através de um qualquer smartphone!

Porém, e apesar desta tecnologia toda, ela tem um programa de lavagem que se chama “Lavagem à Mão”!! Mas que raio, se temos uma máquina que canta e que só falta ter Facebook, porquê que precisamos de uma máquina que diz que lava à mão? Sairá lá de dentro uma tabuinha canelada e uns bracinhos, à moda do Prof. Pardal, que lavam a roupa à mão?!

Máquinas que lavam roupa à mão ou tanques que lavam roupa à máquina?

Pelo menos as máquinas de lavar roupa que encontraram em Pompeia não avariam!



HeYmAN

3 de dezembro de 2013

Quem dá mais... bufas estupidamente fedorentas?

Boas, caríssimos.

Há uma questão que me apoquenta a alma há já vários anos e pretendo trazê-la a debate perante a nossa vastíssima plateia de leitores (duas ou três pessoas, eventualmente quatro e picos)!

QUEM DÁ AS BUFAS MAIS PESTILINTAS, FEDORENTAS, DE FAZER ARDER OS OLHOS E O NARIZ, OS HOMENS OU AS MULHERES?

Bem Hajam

hEYmAN

25 de setembro de 2013

Pirâmides com aroma a queijo da ilha!


Finalmente Portugal, em particular o arquipélago dos Açores, é o epicentro da arqueologia de capa negra!
 
No arquipélago açoriano tem-se vindo a “descobrir” diversos vestígios que reportam a uma civilização perdida, aborígene, segundo a alguns dos descobridores. Pois, parece que Platão até tinha razão quando referiu a existência de um continente com tecnologia e uma cultura avançada, para lá das Colunas de Hercules (para os menos cultos, o Estreito de Gibraltar) a famosíssima Atlântida… Sim, meus amigos, nós somos descendentes dos grandes atlantes, ela é nossa!!!!
Uma das pirâmides do Pico.
 
Surgiu na imprensa nacional, há umas largas semanas, a notícia de um admirável conjunto de pirâmides escalonadas na Ilha do Pico, com dezenas de metros de altura e largura, que passaram despercebidas durante 500 anos. Agora é encontrada mais uma enorme pirâmide submersa entre a Ilha de S. Miguel e a Terceira, esta tem 60 m de altura e 8000 m2 na base, um verdadeiro colosso que rivaliza com algumas pirâmides do Egipto e do Novo Mundo.

 
Pirâmide submersa dos Açores.
Impõe-se a questão capital: Serão os açores a partir deste momento o novo palco para os filmes sci-fi de Hollywood? Convenhamos, já estamos fartos de Nova Iorque e do Novo México, Rosewell, Area 51… Bahhh, isso é para meninos, não há nada como umas pirâmides com aroma a queijo da ilha!. O que é nacional é bom, até as pirâmides.
 
Eles continuem andar aí… não forem embora, são Tugas.

 
hEYmAN