8 de janeiro de 2012

Toda a gente a sorrir faxavor


19 de dezembro de 2011

Museus

Cheguei a conclusão que toda a gente tem museus, quase como o natal. Os museus que o pessoal tem sao os sotãos. Porque pensemos, um museu é onde se colocam as coisas velhas que não se quer deitar fora e que não se sabe onde guardar.



Pensemos por exemplo no museu de arte contemporânea, aquilo é na sua maioria tralha, ou o museu militar, aquilo são as armas que os militares não utilizam e que ninguém quer deitar fora... e para provar o que digo, não existe um museu de coisas que se estejam a utilizar, como por exemplo panelas que se vendem no Continente, agora se forem panelas antigas, daquelas que ninguém utiliza e que se guardam no sotão (ou na garagem vá), aí já deve de haver alguns.



Conclusão: um museu é um sotão/garagem enaltecido

15 de dezembro de 2011

Medicina concorrencial

Há uma coisa que me chateia profundamente na maior parte dos serviços de saúde em Portugal: a mania de marcarem montes de pessoas para a mesma hora.

É a falta de organização assim tão grande ou haverá uma razão cósmica que me transcende?

Hey Man

30 de novembro de 2011

Cambada de suínos

Pergunta: Porque é que montes de gente se esquece de descarregar o autoclismo dos urinóis.
Tenho a certeza que deve ser porque o botão não se vê bem :)

HeyMan

24 de novembro de 2011

Circulação em rotundas, void style

Rotundas são fáceis, estúpido!
Há algum tempo que ando para escrever um post sobre como circular correctamente nas rotundas e esse dia chegou. O diagrama em anexo pode parecer-se ligeiramente com um olho do cu no qual alguém passou uma divertida tarde de pinturas em aguarela mas, na realidade, trata-se de uma imagem representativa de uma rotunda de trânsito automóvel. Ou algo que o valha.

Passo a explicar o meu (que por motivos messianicamente óbvios considero o correcto) modo de circular nestas coisas do demónio:

O pisca
O pisca, meus amigos, foi a maneira que Deus arranjou de dizer ao mundo "oh meu cabrão, faz favor de informares os outros condutores do que pretendes fazer na interacção que se segue" e, como tal, deve ser utilizado para o efeito. À entrada de uma rotunda, portanto, faz-se pisca à esquerda quando pretendemos sair na saída depois daquela que é para ir em frente (não digo terceira saída porque na realidade podem haver mais saídas à direita daquela que é para ir em frente, e podia confundir os vossos crânios simplórios já ao início). Antes da nossa saída da rotunda procede-se à iluminação da lâmpada indicadora de mudança de direcção à direita. Simples? Yep! Só para recordar: Só não se abre pisca à esquerda quando vamos para saídas antes da que vai em frente (inclusivé, em frente não se abre pisca para a esquerda) e abre-se *sempre* pisca para sair da rotunda seja em que saída for.

As faixas
Neste desenho talvez não se perceba bem, mas existem duas faixas. De acordo com o código da estrada, este diagrama não está correcto. O código diz que só se deve entrar numa rotunda na faixa da direita quando queremos ir para a saída imediatamente à direita. É aqui que eu tendo a discordar. Eu acho que depende muito do tamanho da rotunda em questão. Há por ai muitas mini-rotundas (inventadas por uma série de anormais na DGV, mas disperso-me no pensamento) que é praticamente impossível ir para a faixa do meio e imediatamente desviarmo-nos para a da direita para sair na saída que vai em frente. Mais, lembremo-nos que em caso de choque, quem está pela direita tinha prioridade por isso em rotundas pequenas é preferível jogar pelo seguro e ir em frente pela faixa da direita.

Resumindo e baralhando, desta vez por pontos, para esta geração de jogos fáceis e coeficientes de atenção reduzido:

  1. Sempre que queremos ir mais para a esquerda do que em frente, devemos abrir pisca à esquerda;
  2. Imediatamente antes da nossa saída devemos indicar que queremos sair colocando o pisca à direita. Isto em qualquer saída que escolhamos;
  3. Em rotundas de duas faixas para ir para a direita ou em frente encostamo-nos à direita (ler explicação mais detalhada em cima);
  4. Para para a esquerda ou mais encostamo-nos à esquerda.
Só duas notas para terminar: O pisca não nos dá direito de nos metermos! E quem usa faróis de nevoeiro quando ele não existe devia ser enrabado por uma forquilha sem lubrificante!

HeyMan


23 de novembro de 2011

Foi-me chamada a atenção que o verde era gay...

Então achei por bem experimentar um dos novos layouts que o grande Google nos disponibiliza.

Qual é o veredicto irmãos?

HeyMan

Polémica para (re)começar bem esta bosta

Mas atenção que não é uma bosta qualquer, é daquelas bem quentinhas :)

justin-bieber-talks-love
Um mariconço
À conversa com uma chavala de Aveiro foi-me relembrado que a malta do norte utiliza determinadas expressões e nomenclatura que não lembram ao menino Quistinho. Ponhamos a nossa atenção na designação de calçado desportivo, "sapatilha". Em primeiro lugar, é um diminutivo. Em segundo, é um nome feminino. Homem que dá um nome destes a calçado desportivo é claramente um bocado mariconço. Por outro lado, o norte também é caracterizado pela certa "masculinidade" das suas mulheres, o que me leva a criar mentalmente um certo paralelismo com os seres que habitam aquele lugar longínquo que é a Holanda. Sítio esse onde fui obrigado a frequentar aquando do episódio da perseguição pelos trolhas intergalácticos, há coisa de 5 anos atrás…

Mas disperso-me. Deixem-me recomeçar: A malta do norte é um bocado mariconça. Pronto, já o disse. Passando a explicar:

Uma nota para terminar: se és do norte, não te ofendas, todos temos as nossas limitações e - obviamente - há excepções para todas as regras ;)

HeyMan, irmãos.