
Sem querer parecer persistente, mas o post anterior merece uma reflexão. Julgo que o nosso irmão reporta de forma fantástica uma analogia do nosso contexto sociopolítico actual.
Durante muito tempo andou-se a viver anestesiados com o agradável cheiro a citrinos que os nossos governantes nos bafejavam, que não servia mais do que mascarar um fedor insuportável de merda. Chegado é o dia em que alguém se senta no “trono” (talvez o Dark[in]Vader ou os seus predecessores) e borra a linda porcelana da Roca, partilhando connosco o fétido odor da realidade, do merdum que escorria vagarosamente e imperturbável até à límpida água da ingenuidade nacional.
Durante muito tempo andou-se a viver anestesiados com o agradável cheiro a citrinos que os nossos governantes nos bafejavam, que não servia mais do que mascarar um fedor insuportável de merda. Chegado é o dia em que alguém se senta no “trono” (talvez o Dark[in]Vader ou os seus predecessores) e borra a linda porcelana da Roca, partilhando connosco o fétido odor da realidade, do merdum que escorria vagarosamente e imperturbável até à límpida água da ingenuidade nacional.
Acto de coragem, este, de nos mostrar ao que realmente cheira a fossa séptica em que fomos mergulhados. Escusado era, de nos ter espetado na testa o papel acabado de limpar as nalgas.
Agora, fica para que quiser o odor, não dos agradáveis citrinos, mas da bosta indelével!
Agora, fica para que quiser o odor, não dos agradáveis citrinos, mas da bosta indelével!
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