2 de agosto de 2006

Eu vi um sapo...

Ok, não era um sapo, era uma frase num livro... mas podia ser um sapo! E a dita era tão interessante que não resisti a partilhar:

"(...) Se receares uma conspiração, organiza-a. Desta forma todos os que a ela poderiam aderir ficarão à tua mercê. (...)"

21 de julho de 2006

Osculum

Ao ver uma foto de duas pessoas aos beijos passou-me pela cabeça uma observação que até faz o seu sentido... ou então não: Porque é que as pessoas, quando se beijam, têm a mania de fechar os olhos? Então mas não é suposto gostarmos tanto do que vemos que queremos olhar o mais possível? Leva quase a crer que a malta anda mas é a imaginar outras/outros gajas/gajos enquanto beija a cara-metade (Metade aqui não significa realmente 50%... é só mais uma daquelas expressões parvas que ainda não me dediquei a dissecar. Se alguém o quiser fazer, esteja à vontade).

11 de julho de 2006

Os Brainstorms da CP (de novo)

Viva,

Dada a minha convivência regular com a CP ou mais concretamente com os comboios enquanto meio de transporte, não consigo deixar de reparar em pormenores absolutamente irritantes como o facto de que sempre que um entra ou sai da estação assinala isso soltando um valente apito capaz de ensurdecer meio mundo e a pergunta que se impõe é precisamente... porquê?

Porque raio é que os comboios têm sempre de soltar aquelas bufas auditivas? Julgo que a finalidade daquilo é avisar os boss's da estação no entanto esta decisão deve ter sido mais uma vez fruto de um fenomenal braistorm dos tipos da CP como passo a explicar:

Imagino vários tipos há alguns anos atrás a decidirem como é que o comboio seria implantado em Portugal. Chega a hora de decidir como é que os boss's da estação vão ser avisados de quando o comboio entra ou sai várias ideias surgem: sinais de fumo, sinais de luzes, pombos correio, telemóveis, etc, até que algum Einstein se lembra:

"Pára tudo... pára tudo! Tenho a solução para isto... vamos utilizar apitos e acabou a conversa"

Toda a gente aceita aquilo e porquê... porque não usam os comboios, estão-se nas tintas para o pessoal que usa e o tipo que teve a ideia os pode despedir a todos se não concordarem. Ora, para que o boss da estação ouça a buzina ela tem de ser potente o suficiente para se sobrepor ao barulho do comboio e ser ouvida vários andares abaixo da estação também... o que se traduz numa potência sonora jeitosa ainda!

Não fosse esta a suposta "era digital" eu ainda pactuava com isto mas é simplesmente estúpido... eu não me importava de pagar para que eles em vez dos apitos irritantes telefonassem uns para os outros ou assim! Isto porque os apitos permitem coisas como os maquinistas funcionarem tipo aqueles putos crescidos do recreio (os bullies) e usarem e abusarem dos apitos para infernizarem os passageiros.

Eu sou seguramente a bêatch dos maquinistas da zona de Lisboa porque tenho a clara noção que todos eles esperam que EU esteja mesmo na zona da buzina para soltarem a sua bufa, uma vez ou duas tem a sua piada porque um tipo ainda pensa que o maquinista é UMA maquinista e que o apito é o equivalente aos piropos que o pessoal das obras manda ás gajas mas passado algum tempo é... como dizer... estupido!

A sugestão que vou deixar aqui (porque tenho esta mania do serviço público) é a seguinte: vamo-nos deixar de apitos parvos... eu tenho um discman lá em casa que não uso e ofereco-o de boa vontade à CP se isso servir para erradicar as bufas ferroviárias e as substituir por CD's do Pan Pipes, ou da Enya.

Não faço ideia quantos de vós utilizam o comboio regularmente, eu sei que uso e sei também que todos os que como eu o fazem partilham da minha dor.

10 de julho de 2006

Reclamos luminosos...

Adoro quando, à pergunta "Podia dar-me o livro de reclamações, por favor?", me respondem "Para quê?".

7 de julho de 2006

Sexo não, fazer amor

Ora bem, quem já teve namorada, sabe que as mulheres não têm sexo... nãooooo elas fazem amor, e o pior é que elas querem que a malta vá na cantiga. Pois bem, passo a informar que os homens só fazem amor com uma mulher na vida (já percebem porquê apenas uma) , de resto queremos é metê-lo todo lá dentro, diria mesmo fudê-las...

É claro que também existe amor na história, no final fica sempre bem dizer:
-Foi tão bom amor.
E cá por dentro pensamos:
-FUDI A GAJA TODA.

Mas também quero dizer que se alguma ex-namorada estiver a ler isto, quero que saiba uma coisa:
Tu foste aquela com quem fiz amor.

22 de junho de 2006

Os cães ladram...

Os cães ladram e a caravana passa.


Ou talvez a caravana passe e os cães não ladrem, quem sabe por estarem distraídos a comer um osso.


Ou talvez a caravana não passe e os cães ladrem por quererem um osso.

Um mundo de possíbilidades com cães e caravanas, realmente fascinante.

Para meditar

Nada é fácil, algumas coisas são difíceis, e tudo é impossível.