22 de maio de 2006

Ora bem, cá estava eu quando de repente me veio uma ideia à cabeça para fazer o melhor Post de todos os tempos...., mas depois esqueci-me de qual era.... fica para a proxima

17 de maio de 2006

Dica da semana... ou do mês... ou do ano.

Google GroupsEmail:

Eu sei que é chato ver blogs e coisas do género; é preciso andar sempre a ver se já alguém postou alguma coisa, enfim... boring as hell. Anyway, existe um grupo para o qual as novas mensagens no blog são enviadas por isso vocês, as 3 pessoas que realmente lêem isto, já podem estar sempre a par (ou ímpar) do que se passa por aqui. Já agora, se moram na margem sul do tejo (ou arredores), também podem habilitar-se a participar nas actividades desportivas às quais a maior parte do grupo activamente se corta. Desvantagem disto: às vezes há umas discussões um bocado parvas, mas estejam à vontade para participar.

Muuuuuuuuuu

O conceito "obra terminada" dos Portugueses é uma coisa impressionante. Passei hoje pelo Campo Pequeno (esse sítio onde, ao que parece, vão recomeçar a deixar andar bois em cima de cavalos a chatear uns pobres de uns animais que não fizeram mal a ninguém) e devo confessar que o que vi não me espantou. Ora deixa ver... teoricamente as obras já terminaram, até porque a gala de abertura foi ontem e hoje o dito sítio abre para a ralé ir gastar dinheiro no novo centro comercial, mas o que é facto é que continuam uma série de senhores e maquinaria pesada, assim como quem não quer a coisa, a rondar a vizinhança (leia-se a trabalhar no sítio).

Eu acho que, na mente dos construtores portugueses, "está terminado" equivale a qualquer coisa como "está minimamente aceitável para as pessoas conseguirem passar por entre o lixo e as máquinas". De um certo ponto de vista parece-me uma aproximação plausível: Se tudo estivesse realmente bonito e terminado não haveria lugar para melhoramentos. Enquanto as obras dos outros ficam piores com o passar dos anos, as nossas só melhoram com o tempo.

15 de maio de 2006

Funny smell

Pergunto-me qual será a percentagem da população que já se apercebeu que estamos em cima de um bocado de metal incandescente. E eu a pensar que o cheiro a queimado era do esforço mental inerente à labuta diária do povo Português...

18 de abril de 2006

Foi por um bocadinho assim...

...que não fui atendido na loja do cidadão dos restauradores hoje, na minha hora de almoço. Repare-se que cheguei lá por volta do meio dia e trinta, altura na qual adquiri a minha senha enquanto verificava que o marcador apresentava o número cento e seis. Note-se também que o dito papelito, por mim adquirido, tinha escrito cento e cinquenta. É nessa altura que decido ir comer qualquer coisa (optei pela sandes mista (não havia de coirato) e pela fanta, perdão pelo pleonasmo, de laranja. Quando voltei, contente da vida que estaria perto do meu número de atendimento, qual não é o meu espanto ao reparar que, nesse intervalo de trinta minutos, foram atendidas nada mais nada menos do que duas pessoas repartidas por três postos de atendimento.

Não comentando a beleza dos nossos serviços de apoio ao cidadão, resta-me explicar que estão a falhar por outro motivo: Não atenderam uma, mas duas pessoas; Acho que deviam mudar o nome do estabelecimento para loja dos "cidadãos".

13 de abril de 2006

bloqueio mental

Lá ia eu a conduzir na descontraída Lisboa, quando senão me dou com uma rua com o trânsito engarrafado (com isto não pretendo dizer que estavam os Srs condutores todos bebêdos e sim que estava congestionado). Pois bem, seguindo a velha tradição lisboeta deu-se início ao buzinão,... devo confessar que até eu dei um toquezito, mas esse nem foi o facto que deu origem ao post, Ao avançar um pouco mais na minha lenta progressão, e no meio do buzinão, dou com um logista que tinha saído à rua e dizia repetidamente :
-FODA-SE, CARALHO.
-FODA-SE, CARALHO.
e de vez em quando variava um bocadito e dizia 2 vezes caralho ou 2 vezes foda-se.

pois bem, apenas posso chegar à conclusão que o Sr em causa deve ter tido um bloqueio mental. Agora imaginem se tivesse bloqueado com as palavras "belas flores", ou "belo dia", teria sido muito mais agradável para todos, ou ainda se tivesse bloqueado a dizer "que me fodam" (da frase "nem que me fodam") seria embaraçoso.

Por tudo isto tenham cuidado com o que dizem pois nunca se sabe qd se terá um bloqueio.

12 de abril de 2006

A certeza da ironia

Passei ontem por uma divisão do Ministério do Trabalho e, à porta, estavam dois tipos em pé a fazer literalmente nada.