Toda a gente sabe o que é o outsourcing: posto de uma forma simples é a alocação de recursos humanos em determinado cliente (é uma forma bonita de dizer "aluguer de escravos"). Mas tenho visto algo que me transtorna profundamente: empresas a ganhar dinheiro apenas com a venda de recursos humanos. Já há malta a trabalhar em clientes (quase) sem saber a que raio de empresa pertence; trabalhas para a empresa A, mas estás no cliente X por conta da empresa B, que por sua vez está para ser adquirida pelo grupo C. E no meio disto tudo tens aquele pessoal para quem ter um portátil "é giro". Eu até queria escrever alguma coisa estúpida, mas acho que melhor que isto não dava.
PS: Para quando leasing e renting de RH?
22 de março de 2006
9 de março de 2006
Teoria mictória
Estou profundamente convencido que um homem com o pénis na mão é um homem fácil de assaltar.
Posto isto, aqui fica o apelo:
Precisa-se de cúmplice, sem medo de umas pingas de urina alheia, para assaltos em casas de banho públicas. Dá-se preferência a fetichistas em matérias urinárias.
Posto isto, aqui fica o apelo:
Precisa-se de cúmplice, sem medo de umas pingas de urina alheia, para assaltos em casas de banho públicas. Dá-se preferência a fetichistas em matérias urinárias.
21 de fevereiro de 2006
Apita aqui...
Eu não percebo esta gente que anda no trânsito. Outro dia vejo um tipo a atravessar uma avenida, daquelas grandes em Lisboa, e a ficar preso no meio após o semáforo da rua perpendicular abrir. Qual não é o meu espanto quando um senhor numa carrinha branca pára imediatamente antes do carro do dito indivíduo e, carregando na buzina, ali fica a emitir um som do diabo durante não menos de 30 segundos. Não percebo! Será que o tipo acha mesmo que as ondas sonoras emitidas pelo dispositivo vão conseguir desviar o outro bacano da frente? Ou estaria ele a tentar ensurdecer o outro, para que aprendesse a não ficar preso no trânsito?
Parece-me que o inventor da buzina não tinha bem em mente a sua utilização como aparelho de guerra (mas posso estar enganado!). Pela frequência com que isto acontece, a zona onde o senhor está enterrado deve ser um bocado sísmica, pelos saltos que ele deve dar na campa...
Parece-me que o inventor da buzina não tinha bem em mente a sua utilização como aparelho de guerra (mas posso estar enganado!). Pela frequência com que isto acontece, a zona onde o senhor está enterrado deve ser um bocado sísmica, pelos saltos que ele deve dar na campa...
18 de fevereiro de 2006
Para pensar...
Or aqui está uma questão levantada (salvo seja) pelo Hobbes, que me parece bastante interessante:
Porque é que no jogo da "apanhada" (salvo seja), onde um apanha (salvo seja) e os outros são apanhados (salvo seja), se chama coito ao ponto para onde nos dirigimos para não sermos apanhados (salvo seja)?
Porque é que no jogo da "apanhada" (salvo seja), onde um apanha (salvo seja) e os outros são apanhados (salvo seja), se chama coito ao ponto para onde nos dirigimos para não sermos apanhados (salvo seja)?
14 de fevereiro de 2006
Ah, é verdade...
...é só para dizer, a todos os que têm problemas auditivos, que não tenho escrito no blog.
26 de janeiro de 2006
Está na hora...
...de refazer a estátua do Cristo em Almada. Acho que já merecia uma nova versão, desta vez com o senhor sentado e de braços cruzados. E já agora construir um guarda-chuva (ou deverei dizer guarda-combustível-de-avião) por cima. Tenho a certeza que ele agradecia a mudança. É isso ou aumentar-lhe o ordenado e pagar-lhe isenção de horário.
16 de janeiro de 2006
Subsídio
Tenho visto cada vez mais pessoal a coçar os tomates com micose. Será que a União Europeia dá subsídio para essa ocupação?
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