27 de janeiro de 2005
Dão-nos música?
Já agora aproveito para dizer que "A igreja Emanuel é na rua da Aldeia Velha, 27 A, Montijo". Esta não sabiam vocês.
26 de janeiro de 2005
O pacto...
Pois é... tínhamos dito que era suposto criarmos uma entrada por dia, no blog, e falhámos. Mas não se preocupem que já nos auto-flagelámos o suficiente com os exames que temos feito (sim, porque alguma desta malta QUER ter um curso superior, embora outra desta malta se pergunte porquê, provavelmente com razão).
Com isto em mente decidi aproveitar esta mini-pausa para desabafar uns conceitos que têm sido discutidos em certas viagens de AX para Setúbal.
O primeiro conceito prende-se com uma música, supostamente para crianças, que tem de tudo menos pedagogia. É aquela do "n sei q, o touro é bravo pica na vaca, a vaca é preta mija pela greta...". Eu podia continuar, mas acho que o que interessa está à vista. Para além das crianças hoje em dia já não crescerem como deve ser (leia-se a descrição deste blog), ainda se ensina violência doméstica e sexo nas canções de embalar. Onde é que isto vai parar? E que greta é essa por onde a vaca mija?
Outra idéia interessante é algo que me foi chamado à atenção por um colega (colega esse que, embora faça parte do blog, está reticente em escrever seja o q for). Não digo nomes (*cogh* hobbes *cogh*), mas o que é facto é que me despertou a atenção para o facto da palavra "fod@-se" ser, na realidade, de uma delicadeza extrema. Reparem que poderíamos dizer simplesmente "fod€-te", mas não. É uma ofensa sim, mas com "por favor".
Finalmente, apercebi-me que, não só existem países onde as matrículas dos carros são mais pequenas que as nossas, como existem países onde os carros não têm matrícula à frente. Depois de pensar um bocado, cheguei à conclusão porquê. Repare-se que, geralmente, são países onde se conduz com prudência e o nível de acidentes é relativamente baixo. Cá em Portugal deviam obrigar a colocar matrículas ao longo de todo o carro, para que a polícia pudesse melhor ver as asneiras que andam para aí. Outra sugestão, e esta diz respeito aos atropelamentos e fuga, seria a criação da chapa dos carros com milhares de pequenas matrículas em relevo no metal, de modo a que quando um transeunte fosse atropelado, na pior das hipóteses, dava para identificar o carro que atropelou pelas marcas na testa.
24 de janeiro de 2005
Incoerências
Aproveito esta falha semântica para perguntar (a alguém que, eventualmente e num futuro muito longínquo, leia este post (ou mesmo "poste", como já vi noutros blogs)) se existe alguém que me consiga explicar algumas palavras que tenho para aqui a afligir-me há já uma data de tempo.
Mas afinal, o que significa "pandeireta"? Significa que existe "pandeira" e que "pandeireta" é assim a mesma coisa, mas em formato mais pequeno? E a palavra panóplia vem de onde? E pneu? E uma que me faz uma grande confusão: "camião". Não devia ser "carrão"? (E já agora "carrinha" é o quê? Carro para mulheres?). No meio disto tudo "caixote", que supostamente existe para denominar uma caixa maior, não devia chamar-se "caixão"?
Mas, duma incoerência extrema é a palavra "aviãozinho". Vamos lá ver... ou é "ão" ou é "zinho", não pode ser as duas coisas! Ou é grande ou é pequeno, decidam-se! Temos ainda sadomasoquismo (que eu suponho que seja a maneira de referenciar certas actividades praticadas no rio Sado) e ainda uma palavra pela qual tenho um certo apreço, que é a palavra "c@galhão". Alguém me explica qual é a forma normal desta palavra? "cagalho", será?
Moral da história: Se todas as gramáticas são ambíguas e incoerentes, como pode o mundo ser coerente? Meditem, mas não muito...
PS: Este blog mantém a coerência: "Seja quem for, não conhece este blog."
PS2: "poste" ... meu Deus!
23 de janeiro de 2005
Estupidez antiga...
Quantas e quantas vezes não está um gajo a rir-se de tal maneira que parece que, mais 2 segundos naquilo, a cabeça rebenta e os pulmões saem por qualquer orifício que reste depois disso, e alguém diz "respira fundo"? Mas afinal, o que raio quer dizer respirar fundo? Eu acho que, literalmente, quem respira fundo são os mortos. E agora dizes tu: "pois pá, mas os mortos não respiram". Sou obrigado a concordar (embora conheça algumas histórias que podem contradizê-lo), chegando então à conclusão que o único animal que respira fundo é a toupeira (ou mesmo a avestruz, se acreditarmos em certos mitos rurais).
E agora deixo-vos com um pensamento interessante, para que meditem e se sintam bem convosco mesmos: A Internet é uma grande prostituta. Quem é que não "vai à net" nos dias que correm?
22 de janeiro de 2005
Matemática no cárcere: PI*(2000000)^2
Gostava aind... não, assim não, pera. GOSTO ainda de enunciar uma diferença interessante entre estar preso (o chamado cárcere) e não estar, é que entras a c@gar fininho e a piar grosso. Basicamente, vais dentro e... "vão-te dentro" (salvo seja). Não que eu saiba algo do assunto.
21 de janeiro de 2005
Problemas
Agora coisas mais sérias: Tenho uma teoria porque é que não tem caído água dos céus, ultimamente. Conhecem aquele provérbio "Chuva de Janeiro, cada gota vale dinheiro"? Pois... é a crise.
Para terminar, e porque isto até tem piada pôr imagens nos blogs, aqui fica uma que simbolicamente representa o problema de língua que afecta mais e mais portugueses, a cada minuto.
20 de janeiro de 2005
Um boa maneira de não nos reconhecerem...
Bem, se nós quisermos que uma pessoa que vai a passar (num determinado local e a uma determinada hora) por um sitio onde nós tambem estamos (a fazer determinadas coisas que não importam referir e que podem envolver propriedade de algum determinado professor...), como é óbvio não vamos querer ser reconhecidos mais tarde. Uma boa maneira de evitar isso é fazer caras esquisitas e embaraçosas.
Eu passo a explicar, o ser humano tenta ignorar quando alguém está a fazer figuras tristes em público (pelo menos a maior parte dos seres humanos), é uma coisa social sei lá, e se fizermos figuras tristes a pessoa vai tentar não olhar muito, o que aumenta a probabilidade de não nos reconhecer posteriormente. Outro facto que também importa referir é que mesmo que se lembrem de nós vão ter em mente as caras esquisitas que fizemos o que vai dificultar a identificação...
E pronto, aqui está uma das minha técnicas ninja.